Cruzamentos consaguineos


"...A ciência tem comprovado que a consangüinidade leva a alguns sérios problemas..."
Fonte: Katsuhito Wada

 

Cruzamentos consagüíneos

 

A ciência tem comprovado que a consangüinidade leva a alguns sérios problemas. Algumas famílias européias no Brasil, no inicio do século, para perpetuar o tesouro e riqueza da família, foi provocando cruzamentos consangüíneos, que acabou gerando seres muito pouco lúcido e inteligente. A ciência comprova que os pigmeus, foram vitimas de uniões consangüíneas, por hábitos e costumes e acabaram virando uma geração de anões com vida muito mais curta que o dos seres humanos. 0 peixe ornamental kinguio, inicialmente era uma carpa vermelha que chegava a 30 kilos. Por experiência consangüínea no japão, cruzando o pai com a filha, depois com a neta, bisneta e assim por diante, acabou formando uma geração de peixe de aquário que não cresce a um tamanho maior do que 100 gramas. Eu já tive carpa fêmea e kinguio macho que procriaram. O kinguio fertilizava os ovos da carpa e nasciam os alevinos, que eram carpas, porem que não atingiam tamanho ideal. Um tipo de carpa anã, sem o crescimento desejado. Nos galos de briga, é comum cruzarem o pai com filha, para apurar a raça. Na realidade, a consangüinidade nos galos gera uma anomalia apreciada pelos galistas que é a valentia. A nova ave geralmente acaba ficando muito mais agressiva e não mede conseqüências. Eu vejo nisto a perda da lucidez, virando um animal ainda menos inteligente que os seus ancestrais, que tinha um limite de resistencia. Lutar até morrer não me parece sinônimo de inteligência. Nos pássaros, o que notei é que na terceira a quarta geração, na maioria dos casos, eliminando sempre os mais fracos e que vierem a nascer com problemas, coisa natural da consangüinidade, consegue-se uma ave com as qualidades que desejamos. No mínimo na terceira geração, notamos a diferença. Depois disto, tende a degenerar e não dar em nada (aves muito fracos, com problemas dos mais diversos como tamanho, voz ruim e etc) Mas isto é experiência empírica. Não é uma ciência exata. Na mesma família, filhos da mesma prole, notamos diferenças homéricas. Se não fosse assim, seria fácil conseguirmos uma geração de super homens. Katsushito Wada